Eu nunca amarei de novo.
Eu nunca terei que fingir.
Nunca vou amar de novo.
Eu não quero nunca ter que tentar.
Apesar de eu mentir, nunca descobrem.
Eu não quero nunca ter que morrer.
Mas bem lá no fundo, a morte se esconde.
E eu nunca quero esclarecer e justificar.
Então me escondo e fujo.
E eu nunca quero significar.
Então eu acalmo todo o ódio interno.
Não.
Eu nunca amarei de novo.
Não.
Eu nunca terei que fingir.
Não.
Nunca vou amar de novo.
Nunca terei que tentar fingir.
Nunca, nunca, nunca!
Eu não quero nunca satisfazer,
Porque as coisas por dentro estão indo bem.
Eu não quero nunca multiplicar,
Porque bem no fundo não sou qualificado.
E eu nunca quero esclarecer e justificar.
Então me escondo e fujo.
E eu nunca quero significar.
Então eu acalmo todo o ódio interno.
Não.
Eu nunca amarei de novo.
Não.
Eu nunca terei que fingir.
Não.
Nunca vou amar de novo.
Nunca terei que tentar fingir.
Nunca, nunca, nunca!
Eu nunca amarei de novo.
Nunca vou amar de novo.
Nunca, nunca, nunca!
Não.
Eu nunca amarei de novo.
Não.
Eu nunca terei que fingir.
Não.
Nunca vou amar de novo.
Nunca terei que tentar fingir.
Nunca, nunca, nunca!
Não.
Nunca, nunca, nunca!
Não.
Nunca, nunca, nunca!
Não.
Nunca vou amar de novo.
Nunca terei que tentar fingir.
Nunca, nunca, nunca!
.Korn.

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