Descendo da montanha, choros de um amor perdido.
Lá de cima.
Frio me parece o seu beijo, do fundo do oceano.
No meu sono, eu vejo você ir para o sul na maré noturna.
Terminar sua luta.
Tentativas fúteis.
Você não pode mudar o jeito do nosso dia e da idade.
Dos pagões e de Hel.
Eu estou vivendo aqui desde que nasci.
E a minha família pagã foi a que encontrou
E, então, populou essa terra.
Quem é, então, esse homem que exige a minha partida?
Ele cujos poderosos ancestrais expulsaram os meus
Da Noruega para procurar novas terras...
Que estão escorrendo pelas minhas mãos,
Que elas não segurem nada mais divino
Do que a propriedade da terra.
Arrumar as coisas aqui e ali.
Decorar minha choupana com panos, negros como asas de corvos.
Ao fazer isso, esses homens estão comprometidos,
Como aqueles homens de reis poderosos que vieram antes.
Decorar minha choupana com panos, negros como asas de corvos.
Aqui na escuridão com minhas bolsas de prata,
Deixe eles entrarem e tirarem o que é meu...
Todas as ilhas deveriam ser minhas,
Mas nós estamos ficando sem tempo.
Maneja o machado e faça-as minhas!
Eu governarei em meu tempo.
Aqui na dor,
Aqui na escuridão,
Aqui na decadência fica a minha terra.
Como uma runa que foi escrita pelos deuses,
Sobre o fundo do oceano.
Assim se lê: "Tu não escravizarás tua família"
Eu faço este juramento!
Eu manterei minha fé e eu protegerei minha família de toda dor.
Elevar a canção à majestade das montanhas por ti...
Agora que um milênio passou.
E os contos tristes e gastos dos eventos subseqüentes
São o que restou de melhores tempos.
Agora que um milênio passou.
E os contos tristes e gastos dos eventos subseqüentes
São o que restou de melhores tempos.
.Týr.

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