segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Un ange frappe à ma porte.


Um sinal, uma lágrima, uma palavra, uma arma.
Limpar as estrelas, a álcool, de minha alma.
Um vazio, um mal, das rosas que se desvanecem.
Alguém que toma o lugar de algum outro.

Um anjo bate à minha porta, será que o deixo entar?
Não é sempre minha culpa se as coisas se quebram.
O diabo bate à minha porta, pede para falar comigo.
E há em mim sempre outra, atraída pelo perigo.
Um filtro, uma falha, o amor, uma palha.
Afogo-me em um copo d'água, me sinto mal na minha pele.
Eu rio, escondo a verdade por trás de uma máscara.
O sol não vai, jamais, levantar-se.
Um anjo bate à minha porta, será que o deixo entar?
Não é sempre minha culpa se as coisas se quebram.
O diabo bate à minha porta, pede para falar comigo.
E há em mim sempre outra, atraída pelo perigo.
Eu não sou assim tão forte.
E, à noite, eu não durmo.
Todos os sonhos fazem-me mal.
Uma criança bate à minha porta, ela deixa a luz entrar,
E a meus olhos e meu coração, e atrás dela está o inferno.
Um anjo bate à minha porta, será que o deixo entar?
Não é sempre minha culpa se as coisas se quebram.
Um anjo bate à minha porta, será que o deixo entar?
Não é sempre minha culpa se as coisas se quebram.
Não é sempre minha culpa se as coisas se quebram.

.Natasha St. Pier.

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